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Até cansar o cansaço

Até cansar o cansaço

Por
Fábio Oliveira
Editora
Grupo Editorial Scortecci
Formatos
Onde encontrar
Sinopse

Um escritor em constante renovação, antenado a seu tempo e em busca de flores no asfalto. Esse é Fábio Oliveira, que mergulha, através da literatura, na realidade e na alma humana. Nesse livro, sua tentativa de emocionar e provocar reflexões revela-se em poemas de formas variadas e linguagem única.

É um universo de sentimentos, criações e atitudes, um chamado para a vida em toda a sua plenitude. É uma obra para ser lida... agora e sempre.

Em Até cansar o cansaço, de Fábio Oliveira, há um verso que remete a caminhos criados por “Feixes de borboletas no horizonte”. Essa imagem nos remete à palavra, sua acepção e uso nesse livro de poemas. A palavra, esse lepidóptero linguístico, possui quatro estágios: nasce ovo, transmuta-se em larva, converte-se em pupa e metamorfoseia-se em imago. Assim, o poeta aperfeiçoa as palavras, criando metáforas distintas ao leitor.

É certo que, aqui, a palavra-sentimento coexiste com a palavra-indignação; a palavra-desejo lida com a palavra-dor, que cede espaço, em vários instantes, à palavra-denúncia e todas elas se irmanam à palavra-amor. Diferente, no entanto, do reino animal, nesse reino poético-vocabular de Fábio Oliveira, os quatro estágios convivem sem ideia de gradação, hierarquia. O que se vê é uma escrita feita para sorrir, chorar, sentir, cansar, renovar-se, insurgir-se...

Se a linguagem é o maior traço de humanidade que temos, a palavra, em Até cansar o cansaço, aproxima-nos dessas humanidades que nos rodeiam, algumas mesquinhas, atrozes, outras generosas, fecundas. Essas são as palavras-borboletas que encontramos no livro, elas voam para dentro de nós, de vários aromas, cores, tamanhos e sabores, mas sempre livres, como borboletas... BORBOLETRAS!